Um dos primeiros contratos assinados por Charlie Chaplin foi com o magnata dos estúdios Keystone, Mack Sennet. Mas para entrar literalmente em uma das maiores produtoras da época, Charlie levou três dias – tamanha era a sua insegurança. Ao longo de sua carreira, Charlie produziu treze longas-metragens e 65 curtas, entre eles, O Vagabundo, Tempos Modernos e O Grande Ditador.

Em entrevista ao Observatório do Cinema, Paulo Gourlart Filho, ator e bailarino profissional, revelou histórias curiosas sobre o dono dos estúdios Keystone e a sua relação com a história de um dos maiores gênios da sétima arte, Chaplin. Paulo está em cartaz ao lado de Jarbas Homem de Mello em Chaplin, o Musical, na pele de Mack Sennet.

Musical com Jarbas Homem de Mello apresenta com riqueza de detalhes a trajetória de Charlie Chaplin

A montagem conta com números grandiosos: 23 atores envolvidos (21 adultos, 2 crianças), 34 técnicos, 120 figurinos, 5 músicas compostas especialmente para a versão brasileira, 32 perucas, 25 itens de postiçaria (bigodes, sobrancelhas e barbas), 20 bigodes só para o Chaplin, três bengalas vindas de Londres, do mesmo tipo das que o Chaplin usava, réplicas de objetos e peças de antiquários de São Paulo, entre outros.

Sob a direção de Mariano Detry, a tradução de Miguel Falabella e a produção de Claudia Raia e Sandro Shain, a peça conta com Juan Alba, Paula Capovilla, Naíma, Myra Ruiz, Julio Assad, Lorenzo Tarantelli, Renatinho, Amélia Gumes, Claudia Rosa, Jofrancis, Luana Zenun, Luiza Arruda, Mariana Tozzo, Talitha Pereira, Arthur Berges, Beto Macedo, Felíppe Moraes, Fhilipe Gislon, Gustavo Ceccarelli, Marcos Lanza e Maurício Alves.

Confira nossa entrevista com Paulo Goulart Filho:

Serviço:
Chaplin, O Musical – Theatro Net
Quinta e sexta, 21h, sábado – 17h e 21h, domingo – 18h.
Ingressos entre 50 e 200. Classificação Livre