Durante entrevista para o canal americano NBC, Kathryn Rossetter, que se juntou a Anna Graham Hunter e Cori Thomas como acusadoras do ator Dustin Hoffman, disse que ninguém deveria sentir pena dele.

As três acusam o ator de abuso e assédio sexual em casos que aconteceram nos anos 70 e 80. Kathyrin disse: “Eu não acho que devemos sentir pena dele. Ele está ótimo.” contou à repórter da NBC. “Nós temos uma cultura de celebridade. E só porque você é bom em esportes ou música ou atuar, não significa que você está completamente integrado a ser um fabuloso ser humano… Talvez isso seja parte da tragédia de Hoffman. Ele traz tanta humanidade em seu trabalho mas não traz em sua vida”, completou Kathyrin.


Além dos comentários dela, a entrevista continuou também contando a história de três mulheres que acusaram Dustin. É a primeira vez que aparecem na Televisão.

Durante a conversa, Hunter, Thomas e Rossetter recontaram as histórias que anteriormente compartilharam com os sites The Hollywood Reporter e Variety, em novembro e dezembro de 2017.

A história de Hunter, a primeira mulher publicamente a acusar Hoffman, fala sobre quando tinha 17 anos de idade e era produtora assistente no set do filme televisivo A Morte do Caixeiro Viajante, de 1985, onde a moça conta que o ator a agarrou, pediu para lhe dar uma massagem no pé e fez comentários sexuais explícitos durante a produção do filme.

Rossetter contracenou com o ator na peça da Broadway de 1980 de mesmo nome. A atriz diz que Hoffman agarrou ela repetidas vezes durante os bastidores da peça, além de ter jogado seu vestido sobre sua cabeça em frente a equipe de produção.

Já Cori contou que quando tinha 16 anos, era colega de classe da filha de Dustin, Karina. Thomas disse que foi chamada para o quarto de hotel onde estava o ator, que apareceu nu para a jovem na época, fazendo insinuações eróticas, além de ter pedido uma massagem.