Mariah Carey está trabalhando em uma autobiografia, segundo o Page Six. Representantes da cantora confirmaram que ela está “refletindo sobre sua vida e fazendo os primeiros rascunhos de um livro”.

O anúncio vem apenas um dia depois de Carey se abrir pela primeira vez sobre o transtorno bipolar, distúrbio mental com o qual foi diagnosticada em 2001, durante entrevista com a revista People.

“A princípio, eu não quis acreditar”, disse sobre o diagnóstico. “Eu vivi em negação e isolamento, com um medo constante de que alguém poderia expor isso à imprensa sem minha autorização. Era um fardo muito pesado para carregar”.

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“Eu procurei e recebi tratamento, o que foi a coisa mais difícil que já passei. Eu me cerquei de pessoas positivas e voltei a fazer o que eu amo, que é escrever canções e gravar música”, contou ainda.

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Carey atualmente vai à terapia semanalmente e toma remédios para o transtorno bipolar II, que envolve períodos intermitentes de depressão e uma forma mais “suave” de euforia do que aquela normalmente associada à doença.

“O remédio que eu tomo, na dose que eu tomo, é excelente. Não faz com que eu me sinta dopada ou cansada, nada disso. Você só tem que encontrar o equilíbrio certo”, disse.

“Eu decidi falar com a imprensa porque estou em um bom momento, e me sinto confortável em discutir essa batalha que tenho travado há tanto tempo. Eu espero que eu possa ajudar a retirar um pouco do estigma das pessoas que passam por isso sozinhas por causa de vergonha ou preconceito. Se sentir isolado é a pior coisa para essa doença”, completou a popstar.

Recentemente, Carey se viu com uma polêmica familiar em mãos: a irmã mais velha da cantora diz que foi abandonada por ela e, hoje, está passando fome. Aos 56 anos, soropositiva e com histórico de prisões por prostituição, Alison Carey deu entrevista ao jornal britânico The Sun – saiba o que ela disse.