Nicolas Cage é um dos tesouros do cinema americano, e parece que sua vida pessoal é tão excêntrica quanto os papéis que aceita em Hollywood.

Em um exemplo de Vida imitando a Arte, o astro assumiu a faceta de seu personagem em A Lenda do Tesouro Perdido e iniciou uma jornada pessoal para encontrar o mítico Santo Graal, como revela em entrevista para o Times.

“É como quando você monta uma biblioteca. Você lê um livro e encontra referência a outro livro, aí você compra ele, e então junta as referências. Eu pensava, onde está o Graal? Está em Glastonbury? Ele existe?”, indaga o astro.


“Eu não sei se vou te dizer que comprei a propriedade em Rhode Island por conta disso. Mas eu vou dizer que esse foi o motivo de eu ter ido a Rhode Island, e achei o lugar lindo”, diz Cage, em referência à teoria de ter comprado um território em Rhode Island pela teoria de que os Templários teriam escondido o Graal nessa região.

“No fim, o que eu descobri é: O que é o Graal se não a Terra em si? O que é o Graal se não os amigos que fazemos ao longo do caminho?”, filosofa o ator.

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