Após 16 filmes e grandes sucessos de bilheteria como Toy Story e Wall-E, a Pixar pode enfrentar com O Bom Dinossauro seu primeiro fracasso.

O filme recém-lançado nos EUA custou US$ 200 milhões para o estúdio, que gastou ainda US$ 150 milhões com marketing, mas a animação fez até agora apenas US$ 131,3 milhões pelo mundo e já está demonstrando perder fôlego nas bilheterias – teve abertura de US$ 39 milhões nos EUA e caiu mais de 60% na segunda semana para US$ 15,5 milhões, um resultado considerado decepcionante.

Analistas de mercado afirmam que a Disney/Pixar precisam embolsar no mínimo US$ 500 milhões para compensar um eventual prejuízo, embora muito acreditam que O Bom Dinossauro não deve passar dos US$ 400 milhões pelo mundo.


Se as previsões se confirmarem, será a menor arrecadação da Pixar desde Vida de Inseto, que fez US$ 363,4 milhões em 1998.

O Bom Dinossauro chega ao Brasil em 7 de janeiro de 2016.

Na história, os dinossauros foram extintos após a colisão de um gigantesco asteroide com o planeta Terra. E se este evento não tivesse ocorrido? O filme parte desta premissa para trazer a história de dinossauros que ainda hoje controlam o planeta, narrando a amizade de Arlo (Lucas Neff), um dinossauro adolescente de 70 metros de altura, com um jovem menino humano.

Sam Elliott, Anna Paquin e AJ Buckley completam o elenco de dubladores como um trio de Tiranossauros Rex.

A direção é de Peter Sohn (do curta Parcialmente Nublado).