A nova versão da história de Robin Hood, produzida pela Lionsgate, não fez sucesso com a crítica especializada após suas primeiras exibições.

Robin Hood: A Origem | Personagens são detalhados em novos pôsteres do filme

O projeto de Otto Bathurst foi criticado principalmente pela escolha de mostrar Robin Hood mais como uma espécie de super-herói do que como um humano com falhas e defeitos.


Leonardo DiCaprio pode descansar sabendo que esse fiasco vai ser esquecido tão facilmente que ninguém nunca lembrará que ele existiu, muito menos que foi produzido por ele. Em um mundo justo, todos que participaram dessa bagunça deveriam sofrer algum tipo de penitência pública”, afirmou a crítica publicada no The Hollywood Reporter.

O site The Wrap não mediu palavras para descrever o fracasso do longa. “Cheio de esteriótipos, um roteiro terrível, cinematografia à lá 300, o filme não funciona. Ninguém pediu por esse filme, e ninguém deve ser obrigado a aguentá-lo.

“Esse filme inchado que se escora completamente no CGI não é mais sobre roubar dos ricos e dar para os pobres, mas sobre roubar de Guy Ritchie, Batman, Duas Caras e vários outros, e não dar nada para a audiência”, afirmou a resenha do jornal The Guardian.

No site Rotten Tomatoes, o filme também fracassou, alcançando a nota terrível de 18% de aprovação.

No filme, Little John (Jamie Foxx) treina Robin Hood (Taron Egerton) para aprender a roubar os ricos. Little John, um comandante mouro, dá início a uma revolta contra a coroa britânica e acaba transformando Robin em um grande herói.

O longa traz também Eve Hewson, Jamie Dornan e Ben Mendelsohn no elenco e é descrito, pelo próprio diretor, como uma abordagem revisionista da lenda de Robin Hood.

A direção fica nas mãos de Otto Bathurst (Black Mirror), com roteiro de Ben Chandler e David James Kelly. A produção é de Leonardo DiCaprio, Jennifer Davisson, Basil Iwanyk, Tory Tunnel e Joby Harold.

Robin Hood: A Origem chega aos cinemas brasileiros no dia 29 de novembro.