Os efeitos especiais em torno de Thanos, em Vingadores: Guerra Infinita, são impressionantes: o imponente vilão convence como um retrato fiel de sua versão das histórias em quadrinhos ao mesmo tempo em que mantém as expressões faciais do ator Josh Brolin.

Para explicar como o Titã Louco foi criado digitalmente, o Hollywood Reporter divulgou um artigo com informações sobre esse processo.

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Como explicado, o processo de trazer Thanos à vida começou na Marvel, que supervisionou o desenvolvimento do personagem, um humanoide musculoso com pele de cor púrpura.

Enquanto 14 casas de efeitos visuais trabalhavam em Guerra Infinita, as empresas Digital Domain e Weta Digital continuaram desenvolvendo e compartilhando as responsabilidades pela aparência de Thanos.

Antes do início das gravações, foram gravadas as expressões faciais de Brolin, que por sua vez passaram pelo sistema de digitalização facial de alta resolução da Industrial Light & Magic, uma tecnologia desenvolvida pela própria Disney há alguns anos e que também foi usada no ator Andy Serkis em Star Wars: Os Últimos Jedi.

Nos bastidores, Brolin usava sistemas de captura de corpo e face para registrar sua atuação; desta forma, os atores tinham uma noção da altura de Thanos.

Com tudo o que foi gravado em mãos, os animadores, como é habitual, melhoraram ainda mais a performance à mão. O processo foi parecido com a criação de César em Planeta dos Macacos, com um sistema medindo a precisão da combinação entre as expressões de Brolin e o Thanos digital.

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A continuação de Vingadores: Guerra Infinita deve mostrar o embate final entre Thanos e os Vingadores. A Capitã Marvel e o Homem-Formiga devem se unir à super-equipe na história.

Vingadores: Ultimato chega aos cinemas no dia 25 de abril.