Rumores apontavam que o motivo do afastamento do diretor Danny Boyle de Bond 25 teria sido o seu desejo de escalar um vilão polonês para o filme, explorando uma trama no estilo da Guerra Fria que, para o ator Daniel Craig e os produtores, já estaria muito desgastada.

No entanto, parece que a verdadeira razão para a demissão de Boyle foi bem mais radical: no roteiro original preparado pelo cineasta, o 007 morreria.

De acordo com o Daily Star, a verdadeira discordância era sobre o desejo de Boyle de abordar a saída de Craig como James Bond matando o personagem.


Supostamente, o diretor acreditava que ter o 007 morto nos braços da personagem de Léa Seydoux seria um meio “brilhante” de abrir o caminho para o próximo Bond.

Tanto a produtora Barbara Broccoli quanto o próprio Craig, porém, ficaram declaradamente insatisfeitos com a ideia, e sentiram que o público ficaria “confuso com a situação do personagem”, já que não existe o interesse de substituir Bond, mas sim o seu ator, como acontece de tempos em tempos.

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Bond 25 será o último filme de Daniel Craig na pele do agente secreto James Bond, após Cassino Royale, Quantum of Solace, Operação Skyfall e Spectre.

Naomie Harris, Lea Seydoux e Ralph Fiennes também reprisam seus papéis dos filmes anteriores.

Cary Fukunaga acabou sendo escolhido para dirigir Bond 25. O diretor é mais conhecido pela primeira temporada de True Detective e o filme Beasts of No Nation, da Netflix. O roteiro fica por conta de Scott Z. Burns, que deve finalizar o trabalho começado por Neal Purvis e Robert Wade.

Bond 25 estreia no 8 de abril de 2020.