Deixando Neverland, documentário que trata sobre supostos casos de abuso sexual cometidos por Michael Jackson, ganhou uma defensora famosa. Ao jornal The Times, Barbra Streisand declarou acreditar em Wade Robson e James Safechuck, que fazem as acusações no filme.

Porém, a cantora fez severas críticas aos pais dos homens. Para ela, eles foram negligentes quando os casos teriam acontecido, na década de 90.

“Eu definitivamente acredito que eles foram abusados. Ele (Michael Jackson) tinha as necessidades sexuais dele, tenham vindo de onde quer que vieram, sejam da infância ou do DNA que ele tinha. Você pode usar o termo molestados, mas aquelas crianças, hoje adultos, estavam felizes de estar ali. Hoje eles são casados e pais de família, então eles não morreram”, declarou Barbra Streisand.


A famosa ainda se disse incomodada com as atitudes do falecido cantor.

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“Eu tenho sentimentos conflituosos. Eu me sinto mal pelas crianças e por ele. Eu acho que culpo os pais, que permitiram que os filhos dormissem com ele. Por que o Michael Jackson precisaria de criancinhas vestidas como ele, com os mesmos sapatos e chapéus?”, questionou a atriz e cantora.

O documentário conta a seguinte história: “No auge de seu estrelato, Michael Jackson começou relacionamentos duradouros com dois garotos de 7 e 10 anos e suas famílias. Agora com 30 anos, eles contam a história de como foram abusados ​​sexualmente por Jackson e como chegaram a um acordo para ficarem calados anos depois.”

Ações judiciais movidas por Robson e Safechuck contra Jackson foram rejeitadas por um juiz em Los Angeles em 2017.