Deixando Neverland, documentário que trata sobre supostos casos de abuso sexual cometidos por Michael Jackson, passou por uma nova polêmica nesta sexta (22). Ao jornal The Times, Barbra Streisand concedeu declarações sobre Wade Robson e James Safechuck, que fazem as acusações no filme.

A cantora disse que mesmo que os acusadores tenham sido abusados, eles sobreviveram. A declaração não agradou o diretor de Deixando Neverland, Dan Reed.

“Eu definitivamente acredito que eles foram abusados. Ele (Michael Jackson) tinha as necessidades sexuais dele, tenham vindo de onde quer que vieram, sejam da infância ou do DNA que ele tinha. Você pode usar o termo molestados, mas aquelas crianças, hoje adultos, estavam felizes de estar ali. Hoje eles são casados e pais de família, então eles não morreram”, declarou Barbra Streisand.


No Twitter, o diretor ironizou a frase final dita pela cantora. Até o momento, Barbra Streisand não respondeu o cineasta. 

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“‘Isso não matou eles’. Barbra Streisand, você realmente disso isso?”, questionou o diretor. 

O documentário conta a seguinte história: “No auge de seu estrelato, Michael Jackson começou relacionamentos duradouros com dois garotos de 7 e 10 anos e suas famílias. Agora com 30 anos, eles contam a história de como foram abusados ​​sexualmente por Jackson e como chegaram a um acordo para ficarem calados anos depois.”

Ações judiciais movidas por Robson e Safechuck contra Jackson foram rejeitadas por um juiz em Los Angeles em 2017.