A Marinha Americana desistiu de recrutar soldados usando Pokémon Go. Há poucos dias, foi divulgado um cartaz de recrutamento em que a instituição prometia transformar a pessoa em um mestre pokémon:

“Gostaria de jogar Pokémon Go ao redor do mundo? A Marinha dos Estados Unidos tem essa capacidade, de permitir a você jogar Pokémon Go e te ajudar a alcançar seu objetivo de ser um mestre pokémon! Venha falar com seu recrutador local hoje e veja o que a Marinha pode te oferecer!”, dizia o pôster.

Mas após a controvérsia campanha, a Marinha decidiu remover todo o material de recrutamento envolvendo os monstrinhos do game.


Em comunicado por e-mail, a instituição justificou sua decisão, reconhecendo que cancelou a campanha porque “alguns recrutadores tomaram a péssima decisão de usar o atual fenômeno de Pokémon Go para recrutar marinheiros”.

Pokémon Go pode render US$ 1 bilhão por ano para a Nintendo. Tamanho sucesso está ainda apressando uma versão cinematográfica com atores da franquia Pokémon – leia mais.

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Em Pokémon Go, os jogadores assumem o papel de um treinador e precisam viajar para diversos pontos próximos de onde você mora – ou aonde está visitando – para capturar pokémons e encontrar ginásios para combates.

Nele, os jogadores poderão capturar, treinar e lutar com pokémons no mundo real através de informações de localização geográfica e da câmera dos dispositivos móveis.

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Ainda não há previsão para a chegada de Pokémon Go ao Brasil.