Às vezes, a fama é um pouco demais para alguns famosos. O assédio constante dos fãs e atenção constante dos tabloides pode se tornar pressão demais para alguém lidar, e é aí que entram as fases reclusas de alguns dos maiores astros do entretenimento.

10 famosos que se casaram em segredo para fugir dos paparazzi

Confira 10 famosos que se tornaram reclusos para fugir da fama:

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MARLON BRANDO | Após décadas como um dos atores mais celebrados e astros mais adorados de Hollywood, Brando passou seus últimos anos como um homem recluso que mantinha amizades apenas por telefone. O autor Rich Cohen, um dos amigos de Brando, disse que ele o ligava entre as 3 e 5 da manhã regularmente para conversar.

GRETA GARBO | Em 1941, aos 36 anos, a lenda do cinema se aposentou após atuar na comédia Duas Vezes Meu. A Revista Time aponta que ela nunca foi muito dada a socialização: Faltava em premiações e premières, recusava autógrafos e convites para entrevistas. Da aposentadoria até 1990, quando faleceu, Garbo foi vista poucas vezes fora de seu apartamento em Nova York (EUA).

MICHAEL JACKSON | Como uma das figuras mais assediadas e observadas do mundo, Michael passou alguns períodos de sua vida se retraindo do olhar do público – primeiro, entre 1985 e 1987, intervalo no qual compôs e produziu o disco Bad, e durante o qual recusou várias oportunidades alternativas de trabalho. Depois, durante a década final de sua vida, quando raramente era visto longe de Wonderland.

BRIAN WILSON | O lendário integrante dos Beach Boys sumiu do olhar do público ainda durante os anos 1970, quando estava no topo de sua fama. Reportagens afirmam que, viciado em drogas e morbidamente obeso, Wilson estava sob “a hipnose” do psicólogo Eugene Landy, uma figura polêmica na área. Durante os anos 1990 e, mais definitivamente, 2000, Wilson começou a retornar aos holofotes.

Dave Chapelle

DAVE CHAPELLE | Em 2005, quando seu programa de esquetes era um dos mais populares da televisão americana, Chapelle resolveu largar tudo e viajar com a família para a África do Sul, onde passou um bom tempo, se mudando depois para uma cidadezinha em Ohio (EUA), longe de Hollywood. Em 2017, ele retornou aos holofotes com alguns especiais de stand-up na Netflix.

HOWARD HUGHES | O magnata do cinema e da aviação foi assunto do filme O Aviador, de Martin Scorsese, no qual Leonardo DiCaprio mostrou sua decadência física e mental, graças a vários acidentes de avião e uma tendência ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo. Durante a última década de sua vida, Hughes viveu em vários hotéis pelos EUA, fez compras aleatórias e milionárias, e raramente foi visto em público.

BETTIE PAGE | A “rainha das pin-ups”, conhecida pelo corte de cabelo icônico e pelas fotos sensuais, largou a carreira de modelo em 1957, e passou por dificuldades nas décadas seguintes. Em 1990, houve novo interesse por seu trabalho e imagem, mas Bettie não estava mais interessada na atenção da mídia, preferindo viver sua vida de forma reclusa até 2008, quando faleceu.

STANLEY KUBRICK | Um dos cineastas mais cultuados da história, Kubrick dirigiu dez filmes nos primeiros 20 anos de sua carreira, entre Medo e Desejo (1953) e Barry Lyndon (1975), e apenas mais três nos 20 seguintes – O Iluminado (1980), Nascido Para Matar (1987) e De Olhos Bem Fechados (1999). A personalidade reclusa de Kubrick só se agravou com a idade, já que desde o começo da carreira ele se recusava a dar entrevistas para a imprensa e preferia filmar seus longas na Inglaterra.

John Hughes com Matthew Broderick no set

JOHN HUGHES | Durante todos os anos 1980, Hughes foi um dos cineastas mais populares de Hollywood, com longas como O Clube dos Cinco, Curtindo a Vida Adoidado e, seu último, A Malandrinha (1991). Depois disso, se escondeu no papel de roteirista em filmes menores e mais “pastelão”, como Beethoven e Dennis o Pimentinha, e se mudou de Los Angeles para Chicago, evitando assim a badalação de Hollywood.

SYD BARRETT | Um dos membros fundadores do Pink Floyd, Barrett deixou a banda após dois álbuns e ficou escondido da imprensa por mais de 30 anos antes de sua morte, em 2006. A única pessoa com quem mantinha contato era sua irmã, que declarou: “Syd era absorvido em seu próprio mundo, sua própria mente. Ele não queria distrações”.

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