Nesta semana, os fãs da DC estão vivendo uma situação curiosa: uma continuação de Coringa foi anunciada pelo THR, mas desmentida pelo próprio diretor, Todd Phillips.

Se o filme vai ou não acontecer (apostamos que sim), é algo que não temos como saber. Mas já podemos pensar em ideias para um suposto Coringa 2.

Confira abaixo.


Asilo Arkham

Seguindo os eventos do primeiro filme, certamente encontraremos Arthur Fleck trancafiado em uma cela do Asilo Arkham (ou Hospital Estadual Arkham). Não precisamos sair dali, ou acompanhar os cidadãos de Gotham.

Um Estranho no Ninho

Seguindo a ideia de ficar dentro do hospício o tempo todo, e também a de que Coringa gosta de homenagear grandes clássicos do cinema americano, por que não olhar para o sensacional Um Estranho no Ninho como inspiração? O filme de Milos Forman retrata a relação de pacientes com um criminoso infiltrado em um hospício, e renderia uma promissora dinâmica para Fleck e os demais prisioneiros e membros da ala hospitalar.

Hugo Strange

Se estamos falando de Arkham e membros da equipe hospitalar, está aí a oportunidade perfeita para introduzir um dos vilões mais interessantes do Batman: o Dr. Hugo Strange, que foi um dos antagonistas do game Arkham City. O vilão poderia ser uma figura influente no Arkham, não necessariamente com um plano maligno, mas que teria interações com Arthur.

Mais vilões?

Strange é uma inclusão que não pareceria forçada nesse universo, mas Todd Phillips e a Warner Bros podem ir ainda mais longe. Mantendo uma estética realista, sem descambar no território da série Gotham, um novo Coringa poderia apresentar releituras de alguns outros fantásticos vilões do Batman: Espantalho, Charada ou até o Homem Calendário seriam boas opções.

A origem (certa) da Arlequina

É aí que chegamos a um dos pontos que mais nos deixa curiosos para uma continuação de Coringa. Se estamos no Arkham e lidando com terapia criminal, por que não dar brecha para introduzir uma nova versão d Harleen Quinzel, a Arlequina? Tudo bem que Margot Robbie está fazendo um trabalho fantástico em sua versão do DCEU, mas sua fascinante origem (Amor Louco) foi porcamente perdida em Esquadrão Suicida, e merece ser explorada de forma digna e complexa.

O Coringa como um símbolo

No final do primeiro filme, o Coringa de Arthur Fleck acidentalmente se tornou um símbolo de resistência para uma parcela da população de Gotham City. Isso precisa ter consequências, e por mais que a ideia seja manter o longa dentro do Arkham, acompanhar alguma subtrama com o povo da cidade seria interessante.

Um Coringa mais inteligente

O retrato de Joaquin Phoenix como Arthur Fleck no primeiro filme foi sensacional, e extremamente empático em sua maior parte. Mas, mesmo quando o personagem vira o Coringa, ele não é exatamente um grande mestre do crime capaz de rivalizar com o Cavaleiro das Trevas. Uma continuação poderia explorar como ele desenvolve o intelecto de um arquiteto de planos criminosos.

Mais Bruce Wayne?

Uma das surpresas em Coringa foi a relação da história com o arco da família Wayne. Mais especificamente, acabamos vendo como os pais de Bruce foram assassinados, colocando o jovem no caminho para se tornar o Batman. Mais disso pode aparecer em uma continuação?