A Mulher-Maravilha sempre foi uma defensora da paz no universo da DC Comics. Embora ela lute quando deve e trabalhe com agências de guerra como a ARGUS, sempre foi para salvar vidas.

Agora, a história de trabalhar com a ARGUS voltou para assombrá-la. Em Wonder Woman Annual #3, a DC apresenta uma personagem oposta a Mulher-Maravilha, uma vilã dedicada à guerra. O mais trágico de tudo é que a heroína ajudou na criação dessa nova vilã.

A trama apresenta Helen Paul, uma agente da ARGUS. Quando menina, a Mulher-Maravilha resgatou Helen de terroristas durante um ataque da ARGUS. Helen perdeu os pais naquela ocasião, mas a heroína a colocou com dois agentes aposentados como sua nova família.


A Mulher-Maravilha permaneceu na vida de Helen quando ela cresceu e se juntou à ARGUS e desde então, ela luta ao lado da heroína quando Diana trabalha para a agência. No entanto, a história verdadeira se revelou completamente diferente.

O vilão Leviatã mostrou a verdade para Helen. Os pais dela não foram mortos por terroristas. Eles eram terroristas, líderes de uma célula dos Filhos da Liberdade. Ela também é descendente de Gudra, uma das Valquírias que travou uma longa disputa com as Amazonas.

Leviatã convence Helen de que a guerra está em seu sangue e que a Mulher-Maravilha a manipula há anos. O vilão revela o verdadeiro nome de Helen, Paula van Gunther, e a convence a assumir seu manto como Warmaster.

Agora, teremos que aguardar as próximas edições para ver o épico embate entre ela e Diana.

Wonder Woman Annual #3 já está à venda nas bancas de quadrinhos norte-americanas.