De acordo com Eric Newman, o showrunner de Narcos: México, os episódios podem ser vistos separadamente das três primeiras temporadas da série. A nova ambientação serve como uma espécie de reboot, com novos personagens e organizações criminosas. No entanto, as histórias de Pablo Escobar e do Cartel de Calí ainda influenciam a condução da história.

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A terceira temporada da série, que fechou com chave de ouro a história do Cartel de Cali, termina com a recusa do agente Peña (Pedro Pascal) de continuar seu trabalho contra as organizações criminosas, dessa vez no México. O início de Narcos: México faz alusão a esse momento, com a chegada do agente Kiki Camarena, vivido por Michael Peña.


O Cartel de Guadalajara foi extremamente influenciado pelas experiências dos cartéis de Cali e Medellín, ocupando o espaço deixado pelas organizações depois que elas foram desfeitas pelos agentes da DEA.

“Eles que introduziram os mexicanos no negócio da cocaína, então existe uma certa evolução. O que é único sobre o Cartel de Guadalajara é a sua atuação internacional. Eles realmente unificaram o tráfico de grande parte do mundo sob uma só bandeira. Eles esperaram a queda dos colombianos para se apoderarem se seus negócios e rotas de circulação e mercadorias”, afirmou Newman.

O brasileiro José Padilha é produtor executivo do seriado. Enquanto isso, os criadores do seriado, Doug Miro e Carlo Bernard voltam como produtores executivos.

A quarta temporada de Narcos já está disponível na Netflix.