Black Mirror: Bandersnatch, o episódio interativo da antologia de ficção científica da Netflix, teve muito material rodado para garantir uma experiência mais imersiva.

Em entrevista para a Huffington Post, o showrunner Charlie Brooker falou sobre algumas cenas que acabaram ficando de fora da versão final do episódio.

“É, nós mudamos a ordem de algumas coisas, e se você cortar o corpo, às vezes Colin ou Tucker viriam e descobririam você coberto de sangue. E então eles entrariam para encontrar você coberto de sangue. E aí você tinha a escolha de confrontá-los ali. Agora eles só aparecem se você enterra o pai no quintal. O que foi um pesadelo, porque nós gravamos todas essas cenas do Fionn coberto de sangue, e no fim acabamos não usando”, revela Brooker.

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“Uma coisa que eu realmente queria ter colocado era uma cena onde Stefan pega uma fita VHS e assiste um documentário. E eu queria isso bem cedo, para fazer um momento em que você tem a escolha de escolher entre as fitas, e uma delas é essencial para a trama, e outra é um filme que ele gravou da TV e você poderia assistir ele inteiro. Literalmente, você assistia o filme inteiro do começo ao fim, e você poderia parar a hora que quisesse”, completa.

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Bandersnatch é sobre a história de um jovem programador que cria um jogo a partir de um romance. No entanto, o protagonista começa a perder o controle sobre o que é a realidade e o que é o mundo virtual.

O especial de Black Mirror vai contar um recurso inédito: o espectador poderá escolher o final do filme, contando com 5 horas de material gravado.

O protagonista desse especial de Black Mirror é Fionn Whitehead, que fez sua estreia nas telas com Dunkirk.

Black Mirror: Bandersnatch está disponível na Netflix.