Em entrevista ao CBM, Ryan Fleck, diretor de Capitã Marvel, falou sobre os fãs torcerem para ela ser a primeira heroína homossexual.

“Essa foi uma das coisas que discutimos quando estávamos escrevendo o filme e o céu era o limite, e o filme poderia ser qualquer coisa. Estávamos discutindo: ‘vamos ter algum tipo de relacionamento romântico com essa personagem? Não foi como se tivesse uma oposição filosófica em seguir essa história”, disse o diretor.

“Sabíamos que estávamos contando uma história de autodescobrimento e que queríamos amizade e sua amizade com Maria deveria ser grande parte disso. Não havia espaço para qualquer coisa romântica na história. Sei que as pessoas tiraram suas próprias conclusões sobre isso e acho que essa é a parte divertida de fazer esses filmes, é que eles se tornam os filmes da audiência e eles podem criar qualquer tipo de narrativa que eles querem para o que acontece fora da tela. Para nós, como contadores de histórias, é uma amizade e uma história sobre isso e autodescobrimento”, continuou Fleck.


Obviamente, o diretor não quis confirmar nem negar a sexualidade da personagem. Vamos ver se isso será abordado em futuros filmes com a heroína.

A Capitã Marvel pode ser vista em Vingadores: Ultimato, em exibição nos cinemas.